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1ª Teutofrangofest

25/08/2017

Legislação, qualidade e mercado pautam palestras técnicas
Evento realizado previamente à abertura do pavilhão gastronômico reuniu cerca de 200 pessoas

Na manhã do dia 19 de agosto, anteriormente à abertura do pavilhão gastronômico da 1ª Teutofrangofest, o Salão Social da Associação dos Funcionários da Languiru recebeu cerca de 200 pessoas para ciclo de palestras técnicas sobre a cadeia produtiva do frango. Em pauta, legislação e instruções normativas, qualidade e mercado de carnes.
Nas boas-vindas o presidente da Cooperativa Languiru, Dirceu Bayer, enalteceu a importância do evento para o setor produtivo de Teutônia e do Vale do Taquari. “A Teutofrangofest é reflexo da força do associativismo e do cooperativismo, um evento que vem para somar e coroar o atual momento econômico e financeiro da Languiru. Trata-se de uma programação importante para Teutônia, para a região e para o Estado, prestigiando a avicultura, cuja produção regional representa cerca de 25% do volume produtivo do Rio Grande do Sul”, enumerou, lembrando a presença de cortes de frangos da Languiru no mercado nacional e internacional.

Adequações

A primeira palestra da manhã destacou “Adequações das granjas avícolas às Instruções Normativas”, proferida pelo médico veterinário e doutor em Ciências Veterinárias, Adriano Guahyba, chefe da Unidade Federal do Ministério da Agricultura em Lajeado e auditor fiscal agropecuário. Entre outros números, ele destacou o registro de granjas comerciais no Rio Grande do Sul, com 100% das 1.670 unidades vistoriadas, entre as quais 879 reprovadas (52,64%) e 791 registradas (47,36%). As granjas consideradas inaptas apresentaram, principalmente, problemas com a instalação de tela anti-pássaro, cerca de isolamento com único acesso e estado higiênico das áreas externas. “O produtor deve solicitar a vistoria quando todos os itens estiverem atendidos, caso contrário, é um gasto desnecessário ao erário público. Os criadores acabam esquecendo dos arredores das instalações, descuidos que são um verdadeiro atrativo às pragas. Isso é um sério problema para a produção avícola, seja na produção animal ou no tocante à saúde pública”, argumentou.

Fotos: Leandro Augusto Hamester
Evento reuniu excelente público na manhã de sábado, dia 19 de agosto

O médico veterinário destacou exigências e principais alterações das Instruções Normativas (56/2007, 18/2017, 10/2013, 08/2017 e 20/2016). “Todos os produtores que já protocolaram suas instalações, mas ainda não receberam vistoria do órgão estadual, já estão sendo tratados como registrados”, adiantou.
Um dos focos da palestra tratou do controle e monitoramento de salmonela na cadeia produtiva de frangos. “O veterinário vai priorizar galpões com suspeita clínica de salmonelose. A partir disso é realizada a gestão de risco, com revisão periódica e sistemática das ações de monitoramento e controle”, explicou. A prioridade baseia-se em galpões que apresentarem sinais clínicos, índices zootécnicos abaixo do esperado, aves submetidas a situações ou período de estresse e outros fatores que favoreçam a detecção do agente patogênico. “É importante que os produtores conheçam e atendam às exigências sanitárias da sua cadeia produtiva para acessar o mercado nacional e internacional”, concluiu.

Mitos e verdades

A segunda palestra técnica do dia destacou “Qualidade da carne de frango e ovos – mitos e verdades”, com o diretor global de contas chave da Cargill, Antônio Mário Penz Júnior, engenheiro agrônomo, mestre em Agronomia, PhD em Nutrição e professor da UFRGS.
“O que nos preocupa como profissionais é que, hoje, os mitos mais ‘imortais’ são absorvidos pelos meios de comunicação e mídias sociais, criando paradigmas muito difíceis de serem revertidos. Quando se discute esses paradigmas é que percebemos que ainda vivemos num mundo pobre. Quando dois bilhões de pessoas carecem de alimentos, as mídias sociais deveriam auxiliar”, iniciou Penz.
Para ele, a população mundial seguirá crescendo. “A Ásia conta com um terço da população do mundo e ainda não aprendeu a comer frango. Essa mesma Ásia não possui restrição religiosa a nossa carne, e também não conta com água. Como é possível produzir num país sem água, quando os humanos concorrem com os animais? A partir dessas e outras evidências, tenho a convicção de que o frango brasileiro possui um mercado gigantesco a ser explorado”, avaliou.
Penz fez um breve comparativo entre as diferentes gerações de consumidores, em especial as dificuldades em atender suas necessidades. “A atual geração chegou dizendo: ‘mundo, me sirva, mas troco de desejos todos os dias, e você deve se adaptar às minhas mudanças’. As redes sociais podem execrar uma marca ou uma empresa, e podemos dizer que nesse contexto muitas pessoas tomam decisões a partir das opiniões dos outros. Essa é a realidade, exigindo que os produtores olhem os mitos e as verdades com muito mais responsabilidade”, explicou.
Considerando esse cenário e as questões relacionadas à biossegurança, Penz projetou que o mundo precisa se modernizar. “Em no máximo 15 anos, os galpões serão autossustentáveis. Com a evolução tecnológica e o acesso à informação, a mídia vai ditar o que é certo ou errado.” Diante disso, o palestrante referendou a importância das cooperativas e enumerou como essencial a assistência técnica aos produtores. “A cadeia de produção requer que todas as ‘engrenagens’ estejam ajustadas. Os produtores devem ficar atentos e usar apenas produtos referendados pelo departamento técnico de suas cooperativas. Aos consumidores, diria que optem pelos produtos de qualidade validados pelas cooperativas”, sugeriu Penz, lamentando ações desastrosas de marketing, prejudiciais ao mercado brasileiro. “Os reflexos foram gravíssimos, afetaram as nossas exportações. Há muitos interessados em encontrar problemas na nossa produção, considerando que o mundo depende da carne brasileira. Precisamos contar a nossa história, a sociedade precisa saber o que é feito no Brasil, propagandear os nossos acertos. Defendam o trabalho honesto do dia a dia de vocês”, finalizou.

Mercado

Encerrando o ciclo de palestra, o vice-presidente de mercados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo João Santin, que é advogado e mestre em Ciência Política, proferiu palestra sobre “Mercado de carnes”. Para ele, cada elo da cadeia produtiva é responsável por garantir a segurança alimentar do Brasil e do mundo. “A produção de alimentos brasileira é respeitada, fazemos coisas boas, de qualidade, alimentos importantes para a humanidade. Desde 2004 somos o maior exportador de carne de frango no mundo, embora o maior cliente do Brasil ainda seja o próprio país. Temos boas notícias para o mercado de carne de frango e de suínos, inclusive nos credenciando a acessar outros mercados, como do México, por exemplo”, resumiu.
“Contamos com recursos naturais, disponibilidade de grãos, produção integrada, status sanitário, flexibilidade e variedade de mercados, além de investimentos em tecnologia. Tudo isso nos permite afirmar que contamos com uma das mais avançadas indústrias avícolas e suinícolas do mundo. Um de nossos tesouros é a ausência da influenza aviária, por isso devemos cuidar muito da sanidade do nosso plantel. A nossa carne é forte, tem muito boa qualidade”, avaliou Santin.
Na mesma linha do palestrante que o antecedeu, ele reforçou o potencial de crescimento. “A população mundial não para de crescer, temos um grande futuro pela produção de alimentos. Por isso, precisamos defender o nosso produto, atendendo exigências do mercado, por exemplo, em diferentes tipos de cortes. Todos os envolvidos devem continuar com o trabalho sério, mostrando à população mundial que, se quiser comer, precisa olhar para o Brasil.”
Por fim, Santin defendeu que o país invista no que considerou o melhor negócio. “As pessoas não podem ficar sem comer. Essa é a maior oportunidade de desenvolvimento que temos, precisamos valorizar cada vez mais nossos produtos. Produzir alimentos para o mundo é produzir a paz. Hoje ganhamos a guerra vendendo alimentos, possibilitando que as pessoas se alimentem”, concluiu.

Presidente da Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV), Nestor Freiberger (e), e o presidente da Cooperativa Languiru, Dirceu Bayer (d) entregaram kit de produtos Languiru aos palestrantes ao final do evento



TEXTO – Leandro Augusto Hamester
 
   
   
     
 

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