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A prestação volta a caber no bolso dos brasileiros, e isso aumenta o consumo

06/12/2017

Almoço Empresarial promovido pela CIC Teutônia destaca o cenário e as perspectivas econômicas para 2018

“Cenário e perspectivas econômicas para 2018” foi o tema da última edição do ano do tradicional Almoço Empresarial promovido pela CIC Teutônia. O evento ocorreu no dia 06 de dezembro, numa parceria com a Sicredi Ouro Branco, e reuniu mais de 100 pessoas no Auditório 03 da entidade empresarial. O palestrante foi o doutorando em Economia pela UFRGS, Pedro Lutz Ramos, economista que contribuiu para que a Gerência de Análise Econômica do Banco Cooperativo Sicredi fosse premiada como uma das áreas econômicas do país com maior precisão em suas projeções, segundo a Bloomberg, o Banco Central do Brasil e o Grupo Estado de São Paulo. 

Consumo e crédito

Para o economista, a perspectiva é de que 2018 seja um ano próspero para a economia brasileira. “O ano de 2017 foi mais um ano de recessão, mas o próximo exercício acena com um alto crescimento econômico, com a possibilidade de sairmos da recessão. O Brasil começa a dar sinais de que quer mudar a trajetória da dívida pública, que não para de subir, e isso convence o mercado, pensando no longo prazo. O vetor de crescimento da economia brasileira está diretamente atrelado à taxa de juros menor, com a prestação que começa a voltar a caber no bolso do brasileiro, o que aumenta o consumo de bens”, exemplificou.
Conforme o palestrante, 60% da composição do PIB brasileiro está no consumo das famílias. “Com a queda das taxas de juros, as famílias voltam a consumir mais. Isso puxa a cadeia industrial brasileira tradicional, o que gera crescimento”, acrescentou.
Alavancada por esse consumo das famílias e pelo setor agropecuário, a economia registrou crescimento nos últimos três trimestres. No acumulado do ano, os componentes do PIB, como consumo das famílias e exportações, cresceram 0,4% e 4%, respectivamente. “Desde abril o mercado de trabalho começou a gerar vagas de emprego significativas, o que deve fechar o ano em 3,4 milhões de empregos, uma variação positiva muito forte numa curta janela, o que de certa forma foi surpresa. Os salários também sobem 2% com relação ao ano anterior”, explicou.
Entre outros números, Ramos frisou o aumento na concessão de crédito à Pessoa Física, com acréscimo de 10,1%; a queda nos índices de inadimplência, que passaram de 6,2% para 5,5%; e a redução de juros para Pessoa Física, de 72,4% para 59,5%. “A condição da saúde financeira das famílias está melhorando, uma condição favorável para o mercado financeiro emprestar dinheiro e ter ele de volta. A dívida das famílias caiu de 30% para 22% da sua renda, as famílias vão trocar dívidas caras por dívidas baratas”, disse, acrescentando que a população brasileira não tem a característica de poupar dinheiro, ou seja, a renda é destinada ao consumo.

Perspectivas, reformas e eleições

Uma das maiores preocupações nesse cenário refere-se à dívida pública. “O gasto com contas públicas é negativo desde 2014, num quadro bastante ruim. Para estabilizarmos essa realidade, teríamos que destinar quase 3% de toda riqueza que se produz no ano para a amortização da dívida pública. É uma trajetória insustentável”, alertou.
Ramos ainda salientou a importância da Reforma da Previdência. “Sem essa reforma, a Previdência começa a ocupar espaços de outros tetos de gastos, como da Saúde e da Educação, o que pode causar o descumprimento de algumas regras constitucionais. Assim, ou retira-se a trava dos gastos ou faz-se a Reforma da Previdência, que ocupa mais de 50% do orçamento da União e, em 10 anos, pode chegar a quase 80%.”
O ano eleitoral também foi mencionado na palestra. “A população tem dificuldade de entender a Reforma da Previdência e sobre as proporções das despesas de diferentes pastas de gastos da economia brasileira. O país corre o risco de eleger candidatos que optem pelo fim da trava dos gastos públicos, caindo em desconfiança quanto ao compromisso de pagar contas públicas. Dessa forma, os investidores levam o dinheiro para outros países”, resumiu.
As eleições também terão influência direta na taxa de câmbio, que o palestrante desenhou como “uma verdadeira montanha russa” nesse período. “Ainda assim, a convicção é de que o pacote de ajuste fiscal permanece na economia brasileira, independente de quem for eleito, uma vez que a maioria dos candidatos assume postura pró-reforma. A projeção da taxa de câmbio para 2018 é de R$ 3,40, com inflação de 4,5%, taxa de juros variando entre 6,75% e 8% ao ano e crescimento do PIB em 2,7%”, apresentou.
O economista enalteceu a projeção otimista para as exportações brasileiras e para a grande safra agrícola, apesar de menor num comparativo a 2017. Sobre investimentos, ponderou que as empresas “não pisam no acelerador” pela capacidade instalada ociosa e pelos índices de confiança do empresário ainda serem pessimistas. “Apesar disso, os indicadores de investimentos são positivos. A principal razão para voltar a investir é a possibilidade de lucro”, frisou, citando como exemplos os ramos da construção civil e de bens de capital.


Fotos: Leandro Augusto Hamester
Economista Pedro Lutz Ramos


TEXTO – Leandro Augusto Hamester
 
   
   
     
 

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